Opinião – Mais amor e mais alface, por favor!

Eu pensei em mil maneiras de começar o post sem parecer sensacionalista, polêmico ou algo do tipo porque isso é tudo o que eu NÃO quero; mas acabei não pensando em nada e então só recomendo que: calma lá, galera, não é nada demais. Venham ler com amor no coração <3

 

Desde que eu fiquei doente do estômago (tô muito bem já, obrigadinha!) e ouvi do médico (maior especialista da área!) que eu teria que tomar remédio pro resto da vida eu decidi (por mim mesma, ninguém me pressionou, e nem fizeram lavagem cerebral) que iria mudar meu estilo de vida e minha alimentação. Foi aí, meus amigos, que começou uma guerra hahaha.
Não, não foi difícil nem sofrido (pra desespero dazinimigas), nem nada disso do que as pessoas imaginam. Foda mesmo foi aturar a galerinha chata de galocha enchendo o saco e se metendo em tudo a respeito da minha vida, agora mais do que nunca.

Ao mudar a minha alimentação eu aprendi muito mais jeitos de despistar e responder chatos do que receitas com folhas verdes. Aprendi muito mais a sair pela culatra a convites desnecessários que dicas de lanchinhos da tarde. Aprendi como respirar fundo, contar até mil e responder com paciência as perguntas (embutidas de preconceito) do que qualquer outra coisa. Sérinho, juro juradinho.
E comecei a ver como que é complicado se destacar da grande massa, pensar diferente do que todos pensam. Vocês podem pensar: “Dõoooo, todo mundo sabe disso, Nat!“, pois é, sabe que eu achava isso também? Mas aparentemente não, viu! Azmigue tudo? Só comentário pérola!

Pro meu absoluto espanto as pessoas que eu mais julgava legais, cools, diferentes, inteligentes, bem-informadas, foram as que mais fizeram comentários absolutamente desnecessários!  Eu sempre achei que o maior problema  seria com minha família. Mas pro meu espanto minha avó nem ligou (até faz pratos especiais pra mim <3), papai adora me usar como desculpa pra comer cada vez mais tambaqui (tô ligada, viu, pai!), e as pessoas que eu julgava que não entenderiam  foram as mais doces, legais, compreensivas e receptivas!

Comecei a pensar: Por que ter uma atitude diferente da grande massa popular incomoda tanto? A resposta é porque o mundo não sabe lidar com quem pensa diferente da grande massa! Simples e fatídico.
O mundo vive fingindo que aceita, que adora o diferente, que cultiva a diversidade, até de fato aparecer alguém falando algo diferente de verdade de todo mundo e essa pessoa começa a ser ridicularizada e rechaçada. Nem sempre na sua frente, mas com os comentários por trás e principalmente pela internet.

E isso não tem nada a ver com comida e sim com pessoas. Gays, lésbicas, gordinhos, magrinhas, baixinhos, nerds e todo e qualquer pessoa fora do padrão geral sabe como é e já foi ridicularizada com comentários algum dia.

A nossa sociedade tá cheia desses preconceitos embutidos. Padrões embutidos e não obstante todo mundo saber disso, ter todo um discurso contra, a maioria faz bem ao contrário do que fala.

Bom, e como parece que a galera não se toca nunca (nunquinha mesmo!), não vai ser eu que vou escrever um livro falando pro mundo mudar, então resolvi fazer um “Manual prático  do que não falar pra uma pessoa que tem uma alimentação diferente da sua“. Deixa a mina, deixa o cara, pô!

Porque assim, já que é esforço demais abrir a mente, então pelo menos que feche a boca, néan, babys!

1)” Vamo ali comer uma picanha delícia sangrando que já já sara essa tua frescura.”

Vamo sim, só marcar!

2) “Como você vive sem hambúrguer do McDonnalds?”

Olha, vou fazer uma pesquisa pra tentar descobrir! Chama a galera da Harvard, porque não sei como os animais vivem, como os hominídeos conseguiram, sinceramente, me pergunto isso todos os dias!

3) “Nossa deve ser triste não poder comer essas coisas, né?”

Triste é ter uma doença terminal, uma deficiência, perder os pais, essas coisas, miga!

4) “Eu não teria coragem de fazer isso.”

Então não faz, mana!

5) “Ain como tu é fit! Quero ser fit também, me ensina, entrei na academia, comprei uns shakes e preciso emagrecer, me ajuda?”

Só um minutinho, ok?

6) “Você já é magra, se ficar sem comer proteína vai sumir! Pode até ficar doente! Vai ficar anêmica de certeza.”

Te ligo do hospital.

7) “Mas, se alimentar bem é caro!”

Sou milionária, mesmo!

 8)”Não suporto essa galera saudável!”

Que bom, hein!

Espero de coração que vocês nunca tenham feito esses comentários acima. E, se por acaso já ouviram (e certamente ouvirão de novo) tenham paciência e bom-humor sempre pra lidar com a situação, porque afinal, ninguém muda ninguém e tudo o que podemos fazer com os chatos é deixar eles pra lá, no lugarzinho deles e não se estressar, combinado? E sigamos comendo bem pra pele e pro cabelo ficarem mara! Beijinhos!

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DIY – Marcador de página

Estamos de volta com a sessão: Marcadores de página, o retorno! Pra quem não lembra, faz um tempão que fizemos dois posts de marcadores aqui e aqui, e eis que temos outro tão simples e útil quanto.

Adoro  marcadores, e gosto muito do estilo desses do post, com a fitinha que ajuda a achar fácil. A ideia desse post é simples: transformar aquelas etiquetas grandes e de um papel mais durinho, sabe?! (que vem principalmente em roupas) em um marcador se página.

Vamos aos materiais:
-tesoura;
-cola (branca mesmo, a comum);
-lápis/caneta/pincel;
-um pedaço de tecido (use sua imaginação para escolher as estampas!);
-etiqueta (dessas citada acima);
-fita (cetim).

materiais
Primeiro passo é marcar com uma caneta (ou lápis ou pincel) no tecido o tamanho da etiqueta pra poder cortar o tamanho certo. Após isso, marque o ~buraquinho do orifício da etiqueta (normalmente onde passa o plástico que prende esta ao produto) e corte o tecido de modo a ficar um orifício por onde passará a fita.

passos01

Passe cola nos dois lados da etiqueta e cole o tecido, prestando atenção para que o buraquinho cortado no tecido se encaixe no orifício da etiqueta (pra não tampar a passagem da fita). Eu sempre esqueço desse detalhe primordial hehe. Deixe secar por uns 40min. Após isso corte as sobras de tecido, fazendo o arremate – se precisar – com cola.

passos03

Corte um pedaço da fita de cetim. O tamanho vai depender de cada um, principalmente do tipo/tamanho de livro que mais costuma ler. Eu fiz com uns 10cm. Passe a fita pelo orifício do marcador, aí você poderá tanto amarrar ou colar as duas pontas  (como na foto acima). Queime a outra ponta da fita de cetim e pronto, está pronto seu marcador de texto!

passos02

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Dicas – Como usar a internet para odiarem sua empresa

O título é auto-explicativo, então chega de ironia e vamos ao que interessa! Vejam o que NÃO fazer:

1 – Marcar clientes em postagens no instagram ou facebook

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Se pra você parece uma boa ideia de divulgação do seu evento ou serviço ou empresa postar um banner e sair marcando todos os conhecidos, fique sabendo que pra quem é marcado quase sempre isso é um terror! Não seja inconveniente! Isso é quase tão chato quanto aqueles amigos que marcam os outros em fotos onde eles estão piscando, terríveis ou sem nenhuma dignidade! Apenas: não marque as pessoas!

2 – Virar o maníaco do whatsapp!

Não me mande nada a não ser que eu tenha mandado pra você!

Não me mande nada a não ser que eu tenha mandado pra você!

Mandar imagens de promoções, serviços e outras coisas de rotina da sua empresa para o whatsapp do cliente. Se o cliente lhe deu seu número para o cadastro no sistema da sua empresa ou você o adquiriu quando ele entrou em contato para saber do seu produto ou serviço, ele certamente não autorizou que você o usasse para enviar mensagens desse tipo semanalmente e lhe odeia eternamente sempre que o celular vibra e é você, de novo toda hora, avisando coisas que ele não quer saber! E mesmo que ele tenha autorizado corre um sério risco de ter sido por educação. “Quer receber nossas novidades por mensagem?!” “Ehm… tá…”.

3 – Ter redes sociais sem utilidade

menos

Menos “flor”, mais respostas!

Outra dica que funciona muito bem -pra odiarem sua empresa, claro- é criar redes sociais só porque “tem que ter, né?” e não administrá-las bem! Tem coisa mais insuportável que loja que posta produto no instagram e quando você vai perguntar o valor faz mistério e responde “manda seu whatsapp, flor…”. Não quero te dar meu whatsapp pois já caí nessa ali em cima e corre o risco de você ficar me perturbando com suas promoções e convites chatos! Só me diz o preço, não complica! Pior do que responder isso é NÃO responder nada. Se você não vai tirar as dúvidas dos clientes nem interagir com eles, melhor não ter rede social da empresa/loja/serviço.

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Na Cozinha com o Chá – Barrinha de Cereal

Hey Phynos! Hoje tem mais um Na Cozinha com o Chá com receitinha simples e gostosa, wee!

Quem vive na correria o dia todo sabe o quão difícil é manter uma alimentação saudável. Estou vivendo o desafio de reeducar minha alimentação e trocar o delicioso Oreo (Oreo te amo, não vou te abandonar para sempre) do lanche por uma barrinha de cereal gostosa, o que é bem difícil de encontrar. Nas várias buscas pela internet por alternativas vi uma receita de barrinha de cereal no Blog Garota Esfomeada e resolvi testar. Não é que deu certo? Tão certo que resolvi compartilhar com vocês. Nessa receita eu usei:

  • 200 g de granola;
  • 100 g de castanha de caju torrada;
  • 100 g de amêndoas laminadas;
  • 50 g de castanha do Pará;
  • 50 g de morango desidratado;
  • 10 g de semente de chia;
  • Mel.

barra de cereal O primeiro passo é quebrar os grãos maiores de forma grosseira, mesmo. Em seguida, é só misturar tudo até que forme uma liga. Quanto mais mel colocar mais doce fica, então fica a seu critério a quantidade de mel. Forre um forma com papel manteiga para facilitar na hora de tirar a barrinha. Despeje a mistura e amasse bem até que a superfície fique lisinha. Leve ao forno pré-aquecido por certa de 20 minutos. Depois que esfriar, tire da forma e corte no formato que quiser. Ela vai ficar um pouco molinha mesmo, mas depois endurece na geladeira.

Muito fácil não é, mesmo? Ficou super saborosa e tem um custo benefício incrível. Gastei R$25 e rendeu 15 barrinhas o que faz com que cada uma tenha custado R$1,90. Tem alguma outra receita de barrinha? Deixa aqui nos comentários que vamos adorar testar.

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Beleza – Melhor corretivo anti-olheiras EVER!

Olheiras são coisinhas desagradáveis que nos dão um visual cansado e envelhecido mesmo nos dias em que estamos super bem dispostos a dar bom dia às 7h da manhã!

Seja por fatores genéticos, noites mal dormidas, insônia rotineira ou puro azar, muita gente traz no rosto esse motivo pra perguntarem “você tá bem?” e odeia isso, né? É! Por isso quando descobrimos qualquer coisa que ajude a amenizar esse (d)efeito nos animamos! E eu descobri um pequeno milagre, através dos vídeos da Gabi Lourenço, que preciso compartilhar com mais pessoas urgente!

corrtivo

O Instant Age Rewind é um corretivo líquido em forma de bastão com uma esponjinha acoplada na ponta, a qual pressionamos na pele para passar o produto nos locais desejados. Infelizmente não vende aqui em Manaus – talvez em outras cidades seja mais fácil conseguir – mas é da Maybeline e  tem a rodo nos States (pra quem tem dinheiro para ir lá, apesar da crise hahah ou tem conhecidos legais que irão para lá), por uns $12.

corretivoÉ claro que, como a maioria dos corretivos, ele não resolve a questão da profundida das olheiras mas ameniza drasticamente a coloração e faz uma MEGA diferença para quem tem olheiras escuras, como a Gretchen e eu! E o melhor de tudo: se eu não quiser, nem preciso passar pó compacto, BB cream, base nem nada depois. Mas é claro que isso depende da compatibilidade do produto ao seu tom de pele.

antes depois

Antes (em cima) x Depois (embaixo). Zero maquiagem além do delineador e do corretivo.

Estou adorando e pretendo comprar mais vezes quando esse acabar! E vocês, já conhecem? Usam? Ficaram curiosos? Espero que a dica tenha ajudado ;)
Call it magic! Call it true!

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Opinião – Quem são as mulheres de verdade?

Esse post não tem o menor intuito de ser polêmico ou desrespeitoso. Estou avisando de antemão para que você abra sua mente para ler o que vou contar aqui de forma imparcial e com toda a empatia possível. Ok? Ok! Vamos lá?

O assunto é antigo: padrões de beleza. Coloquei no plural porque eles mudam ao longo das décadas e todos nós sabemos que na década de 60 o ícone de beleza era a curvilínea Marilyn Monroe (diva eterna) e haviam até propagandas para mulheres magras ganharem peso e “ficarem atraentes”.

anti-magreza

Na década de 80 iniciou-se uma obsessão pelos corpos atléticos ao ritmo de I Wanna Get Physical (essa música gruda na cabeça cuidado! haha) e a partir de aí, também, as modelos das passarelas começaram a virar ícone máximo de beleza. A magreza passou a ser venerada, foi um giro de 360º!

anos 80

O grande problema dos padrões de beleza é: QUANDO uma sociedade se LIMITA a eles e as pessoas acreditam que só podem se considerar bonitas se os atenderem, o que não é verdade! O nome “padrão” de beleza por si só é controverso. Padrão remete a algo padronizado, seriado, repetido muitas vezes. E os padrões de beleza não são isso, não são a média de beleza das pessoas daquela época nem o tipo físico que existe em maior escala. Ou seja, um padrão de beleza é, na verdade, um “ideal” de beleza. E como todo ideal NÃO é algo não tão facilmente alcançável, muito menos comum.

Na última década, em paralelo ao ideal de magreza, surgiu um outro: o de corpo sarado, musculoso, definido. Hoje as panicats são referência de muitas mulheres que frequentam academias em busca do corpo que consideram perfeito. É certo? É errado? Não importa! É, TAMBÉM, o ideal de beleza de uma geração. Mas “ideal “mesmo seria se todos os corpos fossem considerados bonitos, né?

panicats

Agora vamos ao que me motivou a escrever esse post. Muitas pessoas, revoltadas (com TODA razão) a imposição de UM padrão específico de corpo acabam pesando a mão na hora de argumentar e, sem querer, fazem aquilo que elas reclamam sofrer: body shaming – que é basicamente desmerecer ou ridicularizar alguém pelo seu corpo. Com o pretexto de contestar a necessidade de ser magra para ser aceita(o), essas pessoas acabam atacando quem é, naturalmente, magro! Não foram essas pessoas que inventaram o padrão que você quer combater e elas não são desgraçadas só porque se encaixam nele acidentalmente (ou a custo de muita disciplina, dieta e qualquer outra coisa dentro do limite do saudável e da vontade pessoal delas).

offended

Quando você usa os termos “mulheres normais” ou “mulheres reais” para se referir a mulheres que NÃO são super magras ou magras você está dizendo para várias adolescentes magricelas, que são chamadas de Olivia Palito na escola e zoadas na faculdade pela falta de curvas que: “Olha só, vocês não são normais. Vocês não podem ser consideradas mulheres de verdade e engulam todo o bullying que sofrerem COM RAZÃO por isso.” Tá certo? Não tá certo não, cara. Não tá certo, mesmo.

magrelas famosas-01

Na época da escola a história era outra! Na vida real quem é magrela MESMO não recebe tantos elogios assim…

As pessoas veem as modelos da Victoria Secrets e assumem que aquela glória é reservada a todas (e somente) as mulheres super magras quando na vida real, no dia a dia, esse glamour em torno da magreza que se vê em revistas de moda e passarelas não se aplica. Pra quem é magrela mesmo e não é famosa, modelo ou tem um rosto maravilhoso, só fica a parte chata de ouvir piadinhas desagradáveis, ter que comprar roupa em sessão infantil e gastar o dobro mandando apertar na costureira.

Eu sou magrela desde que me entendo por gente e tentava engordar há uns 10 anos pra me “sentir normal” até perceber que minha magreza não era uma doença que eu precisava combater. Aliás, sempre esteve tudo muito bem nos meus exames e na minha saúde então queria registrar que nem toda garota magricela tem transtorno alimentar ou “tá precisando de um hamburguer”. Inclusive a maioria das que conheci comiam além de média e queriam engotdar, por odiar só achar roupas na sessão infantil e não ter um corpo tão curvilíneo quanto esperam que uma brasileira tenha!

Parem de atacar uns aos outros!!

Parem de atacar uns aos outros!!

Protestem contra a imposição de UM único padrão. Tá certo! Mas lembrem-se que ninguém deve ser desmerecido por estar FORA e NEM por estar DENTRO dele, ok? Existem pessoas de todos os pesos, formas, alturas, cores e tipos. Todo mundo pode construir seu próprio ideal de beleza que respeite seu corpo, sua saúde e sua identidade. Não é porque você é gordinha que você é um ET. Não é porque você é magrinha que você é irreal. Todo mundo deve ser aceito e ninguém precisa desmerecer ninguém pra validar sua auto-estima.

Encerro esclarecendo que ninguém deveria se sentir mal pelo seu BIOTIPO, sua genética, seu corpo natural. Se você quer mudar algo nele, mude! O importante é fazer isso para se sentir bem com você e não para atender as expectativas que você pensa que os outros ou a sociedade criaram. VOCÊ é de verdade, de carne e osso. Tanto faz se é mais carne ou mais osso, você é real e pronto!

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DIY – Potes decorativos e nuvens de algodão

O diy dessa semana é pura fofura! Sempre tive vontade de testar aqueles tutoriais de pintura de frascos de vidro derramando tinta na área interna, em vez de pintar por fora! O efeito parecia bem melhor porque mantinha o brilho externo do vidro, então a cor parecia esmaltada.

Parece simples mas testei e vou contar pra vocês as dificuldades e truques para contorná-las! Primeiro vamos aos materiais, você vai precisar de:

– Potes de vidro, do tamanho de quiser;
– Tinta acrílica vitral e
– Muito jornal ou papel para proteger a mesa!

materiais

O primeiro passo é lavar bem os potes e assegurar que estão bem secos por dentro, senão a tinta não pega! Se o vidro estiver sujo por fora, vai aparecer após a pintura pois a tinta só cobrirá o vidro por dentro, é bom lembrar!

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Proteja a área onde vai trabalhar com papel ou jornal e comece a despejar a tinta dentro do frasco, inclinando o mesmo para facilitar. Na medida que for despejando a tinta na “boca” do frasco, vá girando ele para que você despeje tinta igualmente em toda a parte de cima e já o cubra direitinho. Depois é só girar, abaixar, levantar o frasco até que a tinta tenha se derramado por todas as áreas de dentro e preenchido todo o vidro.

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Após isso, incline novamente o frasco em direção ao potinho de tinta, para que o excesso caia nele e seja reaproveitado! É normal cair um pouco de tinta fora, ainda mais se o potinho de tinta for pequeno como o meu! Mas fazendo isso deu para usar o mesmo potinho para a pintura de dois frascos médios!

Terminou? Coloque os potes de cabeça para baixo sobre o jornal, para que o restante do excesso escorra. Essa tinta seca muito rápido então se você não pintar de forma homogena e tentar consertar depois, a pintura parecerá cheia de remendos!

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Outro detalhe: essa tinta GRUDA mesmo na pele! Não recomendo para quem tem alergia a tinta acrílica! Demora um pouco a sair, tive que lavar as mãos uma dezena de vezes, intercalando o uso de alcool em gel para que a tinta grudada saísse aos poucos. Então fica a dica: usem luvas de borracha, dessas de lavar louça, caso não queiram estragar as unhas ou parecer que voltaram para o jardim de infância.

Além dos potinhos eu fiz algumas nuuvenzinhas de algodão que até já tínhamos mostrado no instagram do Chá (você não nos segue? clica aqui!) . É simples fazer, usei bolinhas de isopor, barbante, palitos, cola de isopor e algodão.

nuvensPrimeiro enrolei o barbante no palito (de algodão doce, aparentemente) deixando uma margem de um dedo livre de barbante na parte de cima, a mais afiada. Para fixar bem as pontas do barbante, usei colca de isopor, também! Em seguida, finquei a bola de isopor no palito e passei cola sobre ela para grudar a primeira parte do algodão, que eu já tinha separado, esticado um pouco e medido. Daí foi só colar dois tufinhos menores de algodão nos lados, usando a própria cola e pronto!

final

Olha o resultado dos dois juntos! E aí, gostaram? Se fizerem em casa não esqueçam de nos mostrar!

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